sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Exigir é bom




Há alguns anos, ouvi um colega de profissão dizer que pai ruim é pai bom. Parecia contraditório, mas depois de algumas palavras ele me convenceu de que tinha razão e, mais, não havia contradição. Anos se passaram e eis que concluo que ele tinha toda a razão! Vamos entender.
Pai bom diz sempre sim; pai ruim diz sim quando pode, mas usa o não todas as vezes que for necessário, sem peso na consciência, afinal, o não é para o bem do filho.
Pai bom é sempre legal, porque é permissivo; pai ruim é chato porque impõe limites e estes nem sempre agradam aos filhos.
Pai bom deixa, até o que não se deve deixar; pai ruim proíbe até o que parece ridículo: “todos vão, menos eu”, quem nunca usou essa frase?
Pai bom não olha caderno, nem hora que chega; pai ruim olha mais que isso, sabe o que escreveu e quem foi a companhia.
Enfim, pai ruim é aquele que realmente se preocupa. Tanto que não sabe dizer sim, mesmo com dor, quando reconhece que esse sim significa sofrimento futuro.
Se você é um pai ruim, junte-se a mim e mostre para seu filho o quanto você o ama. Talvez os filhos não compreendam agora, mas no futuro nos agradecerão por amá-los tanto.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Foram-se as eleições.


Mais uma vez, votamos. Se tivemos nossos candidatos eleitos ou não, não importa, o que importa é que há novos prefeitos e novos vereadores. Quer concordemos, quer não, eles aí estão e a partir de 1º. de janeiro assumirão seus novos postos públicos.
É bom que entendam o que vem a ser Público, já que estarão diante de câmaras e prefeituras que representam toda uma população e seus interesses. Nada nos indigna mais que políticos cuidando de interesses pessoais. Uma vez assumido um cargo público, é necessário compreender-se a dimensão deste compromisso: representar o povo nas decisões sociais, econômicas e políticas da cidade.
Vemos alguns que ficam, outros que chegam. Os que vão fizeram sua parte (fizeram???) e os novos têm muito a fazer. Queremos acreditar que farão, e pensando na população que os elegeu.
Muitos jovens ingressando a vida política. Já dizia Elis “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Se os pais forem os meus, a honestidade e a justiça são princípios indiscutíveis, espero, pois, que sejam também os desses jovens políticos que vêm com sede de mudança. Ou continuaremos dizendo que “a criança é o futuro da nação”. Não o futuro somos nós, façamos hoje o amanhã que desejamos às nossas crianças.
Senhores Prefeitos e Vereadores eleitos, sejam honestos, dignos de nosso respeito e justos, para garantir crescimento às nossas cidades e qualidade de vida a seus concidadãos. Espero em quatro anos poder dizer que fizeram a diferença, que provaram que a honestidade existe, sim, na política brasileira. Que Deus abençoe o trabalho e a missão que acabam de assumir.