Amigos são pessoas que aparecem em nossas vidas
Aos poucos vão fazendo parte delas, e de nós.
Às vezes ficam pouco e fazem grande presença,
Outras vezes permanecem e ficam presentes.
São pessoas que deixam perfume por onde passam,
Para que possamos saber que estiveram ali,
E muitas vezes nos levam junto, para garantir a festa.
Amigos são seres especiais que participam de nosso dia,
E se esse dia não é bom, eles fazem tudo para acabe logo...
Mas quando o dia é lindo, deixam-no ainda mais...
São pessoas que mesmo não tendo nosso sangue,
Sabe a nossa intimidade, mesmo que nada digamos.
Sabem quando estamos tristes ou felizes,
E basta um "alo" para tal descoberta.
Amigos são aqueles que sabem enxugar as lágrimas,
Mas antes disso, nos ajuda a chorar e entender o porquê.
São aqueles que nunca nos deixam sós, pois mesmo distantes
Estão sempre em nossas mentes, corações e orações.
Amigos são anjos que Deus mandou à Terra para nos acompanhar,
Pois Ele sabia que seríamos fracos e precisaríamos de ombros para chorar.
Amigos são todos aqueles a quem podemos dizer:
"Obrigada por você existir!"
Antes tarde do que...
Feliz dia do Amigo!!! (20 de julho)
Querer saber é o primeiro passo para se aprender, seja qual for o seu interesse. Acredito nisso, e quem compartilhar essa crença comigo encontrará aqui muito a aprender, juntos.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Costumes antigos, valores atuais.
Quando foi a última vez que você visitou um parente? Não vale
irmãos ou pais, esses são família e (espero estar certa) vemos com frequência.
Estou falando de avós, tios, primos... Faz tempo? Pois é... A minha resposta
não era diferente da sua, até uma semana atrás, quando meu pai me convidou a
visitar alguns parentes com ele.
Imaginem o que passou pela minha cabeça:
dizer não, de forma alguma, jamais eu recusaria um pedido do meu pai; mas
passar uma tarde de sábado visitando pessoas das quais eu nem me lembrava,
confesso que não fiquei muito entusiasmada, entretanto fui.
Para minha surpresa, lembranças me vieram
à mente quando chegamos em frente à primeira casa. Comecei a me lembrar das
vezes, quando criança, que fomos visitar aquela prima de meu pai, cujos filhos
têm a minha idade e com os quais minhas irmãs e eu costumávamos brincar. Aos
poucos, mais lembranças foram surgindo, a ponto de lembrar-me da tia, já
falecida, que muito lembrava minha avó.
Não foi menor minha surpresa, quando,
depois de alguns minutos de conversas sobre outros parentes (dos quais ainda
não me lembro), a prima (de meu pai) ofereceu-nos um doce!!!! Acreditem, ela
tinha um doce pronto porque, segundo ela, sempre vem alguma visita, e ela gosta
de ter um doce para oferecer...
Eu só faço doces em casa quando sei que
haverá visitas porque eu as convidei... Foi então que entendi como estamos
perdendo costumes antigos, que não são pouco importantes, ao contrário, demonstravam
um valor bastante grande em relação às pessoas. Então, veio-me outra pergunta:
será que estamos perdendo nossos valores?
As pessoas que nos viram crescer estão
sendo deixadas de lado, e elas nem reclamam... Minha avó costuma dizer que
entende que eu e minhas primas a visitemos pouco, pois nós trabalhamos muito,
temos muitos compromissos, ela chega a se sentir culpada por não nos visitar
mais, já que ela é aposentada e tem mais tempo que nós. Opa, alguma coisa está
errada, não?! Ela já fez sua parte, ajudou nossos pais a cuidar de cada um de
nós, além de criar nossos pais. E nós, suas netas, e verdade, trabalhamos muito
e temos muitas coisas a fazer, mas daí a concordar que não temos tempo para visita-la,
é maior mentira que qualquer uma de nós poderia contar.
Encontramos tempo para os amigos, para o
passeio ao shopping, para assistir a qualquer coisa que a TV nos ofereça, será
que não poderíamos trocar uma dessas “tarefas” por alguns minutos com nossos
avós? E incluo aqui os outros parentes: tios e primos.
Decidi, pois, fazer uma mudança: vou
visitar essas pessoas que fazem parte de minha vida, com maior ou menor
compromisso, mas que podem garantir que eu não me esqueça dos valores que
adquiri em família, desde criança. Comecei por fazer um chá da tarde com alguns
deles, e ensinarei à minha filha o valor de visitar essas pessoas, ainda que a
frequência seja pouca. Afinal, os costumes podem mudar, mas os valores não! Esses
devem permanecer sempre.
Pensem nisso. E, que tal visitar alguém
que não vê há muito tempo hoje?!
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Evitando alguns sustos
Ter uma criança em casa é tarefa das mais
difíceis possível. Elas são curiosas e destemidas, não conseguem prever
perigos, menos ainda quando querem muito algo. Subir escadas é uma aventura, em cadeiras nem se fala... E alcançar o
que está fora de alcance? Sua curiosidade deve ser mantida, mas cabe aos pais
alguns cuidados extras.
Minha garotinha tem apenas 2 anos e faz parte desse perfil acima,
o das crianças saudáveis e espertas. Seguem, pois, algumas dicas que têm me
ajudado a conviver com essa pequena curiosa em casa:
Escadas: é melhor ensiná-los a subir e descer, primeiro sentados
para descer (assim a queda fica mais difícil) e de "gatinho" para
subir. Quando não quiserem mais descer assim, insistir na importância de
segurar no corrimão e olhar para a escada.
Subir em cadeiras: convém verificar se são firmes o suficiente
para não cair. Se forem firmes o melhor é ensinar a subir com segurança,
segundo em algo que dê apoio às crianças e se não forem firmes insistir em
dizer "não pode!!!!". Acredite, isso não traumatiza ninguém e eles
aprendem.
Alcançar objetos: eles querem, mas não são capazes, o melhor mesmo
e mostrar que podem sempre pedir e nós estaremos prontos para ajudar (mesmo que
a ajuda seja dizer "não pode".)
Produtos de limpeza devem sempre estar em lugares de difícil
acesso (impossível, eu diria). Se houver um armário suspenso, é a melhor
alternativa.
As facas, deixe naquela gaveta que eles não conseguem abrir ou ver
o tem dentro: o que os olhos não veem eles ainda não querem.
Ensinar a subir e descer da cama, de bruços, é bastante útil para
evitar tentativas frustradas que podem machucar.
Mesa é lugar de por "papa", então não pode por o pé.
Costuma funcionar.
Fogão faz "dodói", então não pode chegar perto. Escolha
um lugar da cozinha que não ofereça risco e diga que só pode ficar naquele
lugar (costuma ser mais eficiente do que dizer onde não pode ir).
Ensinar a criança a dizer onde está quando chamamos por ela por
ajudar a localizá-la com mais rapidez e assim evitar o perigo que os
"esconderijos" escondem...
Acreditem: Nossos filhos são inteligentes e acreditam em nós, dizem
incansavelmente o que pode ou não pode fará grande diferença para o crescimento
deles. Demora, mas eles acabam aprendendo, como nós aprendemos também com
nossos pais. E, acima de tudo, oferecer muito amor e carinho, porque criança
que se sente segura nos braços dos pais confia mais neles, sempre.
Quem sou eu para dar dicas de segurança para pais???? Apenas uma
mãe que ouve os conselhos dos mais velhos e os aplica aos mais novos. Essa
receita tem funcionado há séculos, por que não segui-la.
Abraços.
terça-feira, 10 de julho de 2012
E as sacolinhas?
Há alguns meses, quem vai ao supermercado
tem de levar suas próprias sacolas para levar as compras para casa. Isso porque
ser determinou que as inofensivas sacolinhas são as responsáveis pela poluição
de rios, mares e ruas. As discussões sobre prós e contras das sacolinhas
duraram meses, até que uma lei as proibiu em todos os supermercados do estado
de São Paulo.
O que mudou? Começamos a comprar sacos plásticos para colocar o
lixo. E esses sacos, não poluem? Há quem alegue que eles são degradáveis com
mais facilidade que as sacolinhas. E por que as sacolinhas não poderiam o ser?
Porque ficariam muito frágeis. Era uma das respostas.
De fato. Os tais sacos de lixo já foram rasgados duas vezes em
frente à minha casa, pelos coletores que, ao pegarem-no da lixeira, rasgam os
saquinhos, dada sua fragilidade. E eu tenho de pegar o lixo que se espalha pela
rua. Oras, a sacolinha nunca rasgou, então a higiene era maior, concordam?
Além disso, vi algumas vezes pessoas
saindo do supermercado carregando suas compras nas mãos, pois haviam esquecido
suas sacolas em casa e alguns estabelecimentos preferiam reciclar as caixas de
papelão a oferecê-las aos clientes como opção às sacolinhas.
No último dia 25 de junho, uma juíza
(sábia, eu diria), decretou que os estabelecimentos comerciais voltem a
oferecer as sacolinhas e em seguida procurem opções mais ecológicas como
embalagens de material biodegradável ou de papel, todos gratuitos. Brilhante
decisão. Afinal: primeiro, nenhum do estabelecimentos que frequento diminuiu o
valor dos produtos por não oferecer mais as sacolinhas; segundo, o problema da poluição
não é culpa das sacolinhas, mas da falta de conscientização das pessoas que as
utilizam.
Ainda cabe aos interessados recurso contra
essa decisão, mas espero que haja maior bom senso por parte daqueles que podem
decidir e pensem em como conscientizar as pessoas, sem punir aqueles que já
agem conforme a natureza pede: com respeito.
Eu continuarei levando minhas sacolas para
o supermercado, afinal já as tenho e posso fazer minha parte. Mas fico feliz em
saber que, se eu me esquecer das sacolas, não precisarei carregar minhas
comprar nos braços, eles poderão continuar livres para carregar minha filha.
Assinar:
Postagens (Atom)