Todas as pessoas podem errar, e todas podem corrigir seus erros...
Creio e defendo essa tese, porque acredito na capacidade de mudança do ser humano e sei que sempre podemos mudar para melhor. Que atire a primeira pedra quem nunca errou, mas que a retire todos aqueles que tiveram uma segunda chance. Serei a primeira a retirar, várias, pedras. A vida tem sido muito generosa comigo e muitos erros eu tive o privilégio de reparar. É pena quando não se tem essa oportunidade.
Pior que errar é insistir no erro, é verdade. E triste é que, quando insistimos, admitimos nossa ignorância, ou por verdadeiramente desconher o correto, ou por querer continuar no erro. E o que se ganha em qualquer desses casos? Nada, ou a distância daqueles que amamos, visto que ninguém quer conviver com pessoas que se mantêm no erro.
Agora, triste mesmo é quando reconhecemos nossos erros, mas não temos mais a oportunidade de corrigí-los e, às vezes, acontece. É lamentável não poder refazer o que se errou, desfazer o mal-entendido, ou recomeçar. Por isso é tão importante pensar, e pensar muito, antes de tomarmos certas decisões ou termos determinadas atitudes. É melhor não errar que ter que lamentar o erro.
Muitas vezes, não errar significa apenas ser honesto consigo mesmo e com ou outros. Então, sejamos! E vivamos em paz conosco e com o mundo à nossa volta.
Uma linda semana a todos.
Querer saber é o primeiro passo para se aprender, seja qual for o seu interesse. Acredito nisso, e quem compartilhar essa crença comigo encontrará aqui muito a aprender, juntos.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Sobre educação
A educação pode ser uma festa quando somos capazes de fazer do lápis nosso instrumento, aquele que nos acompanhará pelas descobertas da vida, na ampliação de nossa inteligência e construção de nosso amanhã.
Vou-me embora para Marte
Algumas vezes, vejo-me perguntando por que é tão difícil conviver em comunidade. Porque somos diferentes. Somos seres únicos, com pensamentos únicos, sentimentos únicos. Não é difícil, portanto, nos depararmos com pessoas completamente diferentes de nós, com as quais devemos conviver e compartilhar a grande experiência que é ser amigo.
Contudo, também não descarto a incrível possibilidade de nos esbarrarmos em pessoas que, embora tenham origem e formação distinta das nossas, tornam-se grandes companheiros por todas a vida. Pessoas que, mesmo com diferenças, compartilham nossos sonhos, desejos e opiniões. Nem sempre iguais, é verdade, mas frequentemente semelhantes.
Se queremos continuar essa nossa incrível jornada pela vida, precisamos estar dispostos a conviver com os dois grupos de pessoas: os amigos e os companheiros. E, acima de tudo, estarmos dispostos a, muitas vezes, reconhecer nossas diferenças e respeitar as dos outros. Se não podemos ter os mesmos pensamentos, podemos, ao menos, compartilhar nossas emoções.
Ir embora para Marte, talvez não seja a melhor saída para nossas diferenças...
Elizânia
Contudo, também não descarto a incrível possibilidade de nos esbarrarmos em pessoas que, embora tenham origem e formação distinta das nossas, tornam-se grandes companheiros por todas a vida. Pessoas que, mesmo com diferenças, compartilham nossos sonhos, desejos e opiniões. Nem sempre iguais, é verdade, mas frequentemente semelhantes.
Se queremos continuar essa nossa incrível jornada pela vida, precisamos estar dispostos a conviver com os dois grupos de pessoas: os amigos e os companheiros. E, acima de tudo, estarmos dispostos a, muitas vezes, reconhecer nossas diferenças e respeitar as dos outros. Se não podemos ter os mesmos pensamentos, podemos, ao menos, compartilhar nossas emoções.
Ir embora para Marte, talvez não seja a melhor saída para nossas diferenças...
Elizânia
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Pescaria inesquecível (legível)
Alguns anos atrás, recebi esta mensagem por email, confesso já não me recordar quem o enviara, mas o guardei, porque seu teor é uma beleza singular, além de expressar a virtude que, para mim, é a mais bela e importante de todas: HONESTIDADE.
Hoje vivenciei um fato, bastante desagradável, que me fez lembrar desta história. E, aqui está.
Queridos alunos, leiam, aprendam a lição e reflitam sobre o tipo de pessoa que pretende ser, hoje e sempre.
Amo vocês.
Elizânia
Bernardo tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia, ele ia pescar num lago perto de sua casa.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas Bernardo e o pai, seu José, saíram no final da tarde para pegarem apenas peixes, cuja pesca estava liberada.
Bernardo amarrou uma isca e começou a arremessar o anzol na água.
Escureceu.
De repente, Bernardo sentiu o anzol sendo puxado, e logo percebeu se tratar de um peixe pesado do outro lado da linha. Enquanto o menino retirava o peixe, agarrado ao anzol, seu José admirava a habilidade do filho, apesar dele ainda ser uma criança.
Era o maior peixe que Bernardo já tinha visto, porém, sua pesca só era permitida na temporada, portanto, apenas no dia seguinte. Pai e filho ficaram por alguns segundos olhando para aquele peixe tão grande, que seria uma maravilhosa refeição.
Seu José, então, pegou uma lanterna e resolveu saber as horas. Seu relógio marcava dez da noite. Faltavam duas horas para o dia seguinte, quando seria aberta a temporada de pesca. Portanto, naquela noite ainda era proibida a pesca àquele tipo de peixe. Ele então, falou para Bernardo:
- Esse peixe é o melhor que já pegamos. Mas temos que devolvê-lo para a água, filho.
Bernardo, reclamou:
- Mas, pai, e se a gente não pegar outro igual a esse nunca mais?
E seu José, mesmo não querendo magoar o filho, insistiu:
- Vamos, coloque o peixe na água outra vez!...vai aparecer outro ...
E Bernardo, contrariado, falou:
- É, vai aparecer... mas não tão grande quanto esse!
Bernardo olhou ao redor do lago e viu que não havia mais pescadores ou embarcações. Olhou para o pai, mas sabia que, mesmo sem ninguém por perto, ele não mudaria sua decisão. Foi então, que o menino começou a tirar o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água.
Naquele momento, Bernardo teve a certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.
Trinta anos se passaram.
Bernardo agora é um arquiteto bem sucedido. Construiu um chalé, onde morou na infância, e costuma levar os filhos para pescar nos fins de semana.
Realmente, nunca mais viu outro peixe tão grande quanto o que pescou na naquela noite, véspera da temporada de pesca. Porém, sempre “vê o mesmo peixe”, repetidamente, todas as vezes em que se depara com uma questão de ética.
LIÇÃO DE VIDA:
O pai de Bernardo lhe ensinou que ética é uma questão de certo e errado.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendemos “a devolver o peixe à água!!!”
Hoje vivenciei um fato, bastante desagradável, que me fez lembrar desta história. E, aqui está.
Queridos alunos, leiam, aprendam a lição e reflitam sobre o tipo de pessoa que pretende ser, hoje e sempre.
Amo vocês.
Elizânia
Bernardo tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia, ele ia pescar num lago perto de sua casa.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas Bernardo e o pai, seu José, saíram no final da tarde para pegarem apenas peixes, cuja pesca estava liberada.
Bernardo amarrou uma isca e começou a arremessar o anzol na água.
Escureceu.
De repente, Bernardo sentiu o anzol sendo puxado, e logo percebeu se tratar de um peixe pesado do outro lado da linha. Enquanto o menino retirava o peixe, agarrado ao anzol, seu José admirava a habilidade do filho, apesar dele ainda ser uma criança.
Era o maior peixe que Bernardo já tinha visto, porém, sua pesca só era permitida na temporada, portanto, apenas no dia seguinte. Pai e filho ficaram por alguns segundos olhando para aquele peixe tão grande, que seria uma maravilhosa refeição.
Seu José, então, pegou uma lanterna e resolveu saber as horas. Seu relógio marcava dez da noite. Faltavam duas horas para o dia seguinte, quando seria aberta a temporada de pesca. Portanto, naquela noite ainda era proibida a pesca àquele tipo de peixe. Ele então, falou para Bernardo:
- Esse peixe é o melhor que já pegamos. Mas temos que devolvê-lo para a água, filho.
Bernardo, reclamou:
- Mas, pai, e se a gente não pegar outro igual a esse nunca mais?
E seu José, mesmo não querendo magoar o filho, insistiu:
- Vamos, coloque o peixe na água outra vez!...vai aparecer outro ...
E Bernardo, contrariado, falou:
- É, vai aparecer... mas não tão grande quanto esse!
Bernardo olhou ao redor do lago e viu que não havia mais pescadores ou embarcações. Olhou para o pai, mas sabia que, mesmo sem ninguém por perto, ele não mudaria sua decisão. Foi então, que o menino começou a tirar o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água.
Naquele momento, Bernardo teve a certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.
Trinta anos se passaram.
Bernardo agora é um arquiteto bem sucedido. Construiu um chalé, onde morou na infância, e costuma levar os filhos para pescar nos fins de semana.
Realmente, nunca mais viu outro peixe tão grande quanto o que pescou na naquela noite, véspera da temporada de pesca. Porém, sempre “vê o mesmo peixe”, repetidamente, todas as vezes em que se depara com uma questão de ética.
LIÇÃO DE VIDA:
O pai de Bernardo lhe ensinou que ética é uma questão de certo e errado.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo.
Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendemos “a devolver o peixe à água!!!”
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